domingo, 28 de dezembro de 2014








Miguel Albuquerque – Renovação: Imperativo estratégico.
O dia 29 de Dezembro será o primeiro dia de uma RENOVAÇÃO que se quer tranquila, objetiva e com visão de futuro. Votar, constitui um ato decisivo e fundamental no exercício da democracia. Votar em Miguel Albuquerque para presidente de PSD-M constitui o corolário lógico da transformação democrática que se quer para o partido e para a Região.
Albuquerque constitui, por um lado, a janela de esperança dos verdadeiros autonomistas e, por outro, a pólvora catalisadora da mudança de paradigma subjacente à praxis político-partidária regional. Albuquerque não nega o passado do PPD/PSD Madeira (antes exalta-o) mas, com sabedoria teima em trazer o partido para junto das bases retirando-o da influência exclusiva da "nomenklatura". Com força, pretende impor a legalidade estatutária sobre a arbitrariedade dos déspotas. Com beleza, estrutura uma nova forma de ser e de estar na ação política onde a cooperação dá lugar à confrontação e a cordialidade se sobrepõe à boçalidade.
Se em 2012 não tive quaisquer dúvidas em dar a cara por este projecto (sujeitando-me às óbvias represálias da nomenclatura das estruturas hierárquicas onde profissionalmente estou inserido) agora, em 29 de Dezembro de 2014, mais do que nunca, reafirmo o meu apoio ao companheiro e amigo Miguel Albuquerque.
Funchal, 28-12-2014
Rui Pereira de Freitas
www.francelho.blogspot.com

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014



A propósito do escrito do ainda líder do PSD-M no Jornal da Madeira 10-1-2014

Ao ler o escrito do ainda líder do PSD-M no Jornal da Madeira de hoje, veio à memória uma crónica do início deste ano:

“Do interior da sua cogitação psicótica, Jardim deixa emergir, sem controlo racional, o seu ditatorial narcisismo onde atribui a si próprio a condição de centro inequívoco do Universo. Ele próprio, o "único importante", despreza todos os demais (quer os mais próximos quer os "pata rapadas")  admitindo destes apenas a bafienta bajulação. Tudo o que saia fora, um milímetro que seja do seu modelo de análise, é neuroticamente considerado como uma ameaça a sua condição de “Rei Sol” e, portando, algo que deverá ser sumariamente eliminado”. (www.francelho.blogspot.com, janeiro 2014)

No âmago das suas psicóticas congeminações AJJ pretende atingir Miguel Albuquerque, quer através do recorrente rol de insinuações que resvala invariavelmente para a maçonaria, para o Diário de Notícias, para a família Blandy, para imaginários cultos exotéricos, etc. etc. Enfim, teias que o jardinismo tece!

“Azar dele”(AJJ), diz Miguel Albuquerque. E continua “pode (AJJ) encrespar-se e mandar vir todos os dias na folha oficial, mas ninguém – e muito menos ele – vai impedir os militantes do PSD-M de decidirem livremente aquilo que desejam para o futuro”

O voto é secreto. Os militantes vão votar em consciência, sem ligar às musculadas imposições das diferentes cadeias hierárquicas da Administração Regional. Vamos votar, não apenas para escolher o líder do PSD-M, mas sobretudo no próximo candidato do PSD-M a Presidente do Governo Regional. E aí só temos uma escolha: ou votamos em Miguel Albuquerque para presidente do Governo Regional ou então votamos num dos outros candidatos, e teremos de entre eles, o líder da oposição PSD-M ao futuro governo regional socialista de Victor ou de Bernardo.

A escolha é nossa! E só nossa!

Funchal, 10-12-2014 
Rui Pereira de Freitas 
www.francelho.blogspot.com
 

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

 
 
A Renovação
Miguel Albuquerque assumindo-se, sem rodeios, como candidato da Renovação do PSD-Madeira, surge como o elemento que corporiza a mudança para um nível de recursividade mais elevado, ou seja, para um nível de operacionalidade sociopolítico superior!
Albuquerque é ao mesmo tempo janela de esperança e pólvora catalisadora da mudança de paradigma da praxis político-partidária regional. Não nega o passado do PPD/PSD Madeira (antes exalta-o) mas, com sabedoria teima em trazer o partido para junto das bases retirando-o da influência exclusiva da "nomenklatura". Com força, pretende impor a legalidade estatutária sobre a arbitrariedade dos déspotas. Com beleza, estrutura uma nova forma de ser e de estar na ação política onde a cooperação dá lugar à confrontação e a cordialidade se sobrepõe à boçalidade.
Não há dúvida. A tarefa que Miguel Albuquerque irá ter pela frente é enorme e só poderá ser enfrentada com a contribuição competente e responsável de todos aqueles que da liberdade e dos bons costumes teimam em orientar os seus padrões habituais de conduta!
Rui Pereira de Freitas
 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014



Renovação …

Não há muito tempo que nos sentíamos todos abafados pelo confortável manto que as bebedeiras da abundância sugeriam e concretizavam. Agora é diferente. Muito diferente.

 De um momento para outro, o mar abundante das coisas úteis e inúteis simplesmente desapareceu. Transmutou-se num raquítico lago onde nos é apenas possível pescar o estritamente necessário. O corte de salários e pensões, o aumento de impostos, a subida vertiginosa do custo de vida tramaram-nos a existência. Acabou-se o supérfluo, terminaram os pequenos luxos.

 Nas últimas décadas assistimos, indiferentes, ao primado do achincalhamento sobre as dinâmicas das virtudes e dos valores democráticos. Assistimos, sem nos apoquentar, ao atropelo sistemático da ética humanista e ao escarnecer das legítimas diferenças que os outros apresentavam. Na verdade, a aparente abundância em que vivíamos, entorpecia o nosso juízo crítico e reforçava a nossa ingénua crença na bondade das lideranças políticas.

Entre a falência do Lehman Brothers e a humilhante sujeição da Região a um PAEF imoral, foi um instante.

A nova realidade socioeconómica surgiu de sopapo. Estalou-nos na cara com estrondo. Instintivamente procurámos um culpado e uma solução. Os protagonistas políticos deram-nos uns e apresentaram outras. Confundiram o povo e este começou a dar sinais de revolta.

Entretanto surgiram as Autárquicas e foi o que se viu! Um novo mapa político foi desenhado a nível local. Os derrotados deram murros na mesa e soltaram impropérios. Os vencedores, alguns verdadeiramente surpresos com o próprio sucesso, angustiaram-se com o que fazer face ao imbróglio que os votos lhes colocaram nos braços.

Num sistema político estruturado e alicerçado numa serôdia traficância de cargos e negócios, a derrocada financeira e o fechar da torneira dos fáceis euros, deixou cada vez mais pessoas fora do banquete e da bebedeira. Os descontentes e, sobretudo, os que recusam desistir do sonho, passaram agora à procura de novo protagonista que lhes dê alento e esperança. Um novo protagonista que personifique a renovação. Uma renovação de políticas, de prioridades, de mentalidades, ou seja, o emergir de um novo ciclo político e de um novo paradigma de desenvolvimento socioeconómico.
Eu quero a Renovação … com Miguel Albuquerque!
 
Rui Pereira de Freitas


quinta-feira, 20 de novembro de 2014



Porque apoio o Dr. Miguel Albuquerque

Apoio a candidatura do Dr. Miguel Albuquerque à presidência do PSD-M por lhe reconhecer, não só elevados talentos técnicos e políticos, mas sobretudo pelas suas inegáveis competências interpessoais e estratégicas. Com efeito, o Dr. Miguel Albuquerque é uma pessoa de trato agradabilíssimo que se sente sempre “à vontade” em qualquer ambiente social, convivendo assertivamente em todos os contextos relacionais em que se encontre. Estas suas características permitem-lhe tornar-se num líder agregador que a todos ouve para decidir estrategicamente em consonância com as circunstâncias em presença. É um líder forte mas participativo.

Por outro lado, apoio o Dr. Miguel Albuquerque porque, considerando o seu grande capital político e enorme simpatia popular, é o mais bem preparado e melhor colocado para ganhar o PSD, vencer as Regionais de 2015 e formar um Governo competente com credibilidade interna e externa.
Rui Pereira de Freitas
 

terça-feira, 5 de agosto de 2014

 
O Bom, o Mau e o Vilão
 
Os acontecimentos recentes associados ao desenrolar da novela dramática do BES, da qual emergiram dois bancos, um MAU e outro BOM, levaram-me a ressuscitar nos confins da memória um Western Spaghetti de Sergio Leone “Il Buono, il Bruto, il Cattivo” – “O Bom. O mau e o Vilão” na versão portuguesa
No caso do BES o “BOM” e o “MAU” estão aparentemente definidos. Quanto ao VILÃO, parece-me papel para ser representado pelo supervisor Banco de Portugal.
No filme, os três personagens suportam-se apenas por cada um deles deter parte da informação necessária para localizar o “Tesouro” – uma arca com uma pequena fortuna em ouro. Esperemos que, na “versão bancária”, os intervenientes optem por uma estratégia diferente daquela ensaiada na película: em vez de agirem egoisticamente isolados na espectativa do erro do outro para açambarcarem em proveito próprio o “Tesouro” , seria benéfico para os contribuintes, para a economia e para o país se os actores bancários cooperassem, articulada e harmoniosamente, por forma a safarem este pobre e martirizado povo de pagar (mais uma vez) os desvaneios insanos que os donos disto tudo se lembraram um dia de concretizar.
Rui Pereira de Freitas

segunda-feira, 14 de julho de 2014






Responsabilidades

Lamentável! É lamentável o sacudir das responsabilidades por parte de quem é protagonista!
Responsabilidades pelo estado de penúria, de pobreza e de desespero que toda uma Região atravessa.

E atravessa sobretudo devido a ambições desmesuradas de uma elite instalada no gamelão do poder que, sem critério válido e com despudor óbvio, vêm infligindo com requintes de malvadez aos comuns “patas rapadas”. É a receita do “comes ou calas”, próprio da democracia musculada que, ao longo das décadas, fomos consciente ou inconscientemente sufragando.

Ao que dizem, a responsabilidade da falência da autonomia política e financeira que hoje experienciamos é, alucinadamente, atribuída a uma Constituição da República inadequada e obsoleta. É falso!

Dou de barato que a atual Constituição da Republica necessita de ser melhorada (e muito!). Não posso é admitir que se pretenda fazer crer que a Constituição é o elemento diabólico que inibe o sucesso e que tudo estorva. E, muito menos, que assuma o papel de bode expiatório para o evidente fracasso de toda uma linha estratégica de desenvolvimento regional assente apenas e sobretudo no primado do investimento público, alicerçado na fileira da construção civil e obras públicas. 

Repudio, por ser demagógica e irresponsável, a tese da necessidade imperiosa de constituir dívida pública para o aproveitamento do “dinheiro de graça” oriundo dos cofres europeus. A constituição de dívida pública só é justificável se cair dentro do intervalo financeiro da sustentabilidade e nunca como justificação para fazer emergir todo um conjunto de opções de infraestruturação material que, à partida eram evidentemente reconhecidas como obras inúteis, obscenas e perfeitamente dispensáveis. 

www.francelho.blogspot.pt